É pelas coisas simples que se esquecem as manhosas. E leva tempo a aprender, porque se não acredita na simplicidade: é evidente demais; está ali e ninguém pega nela.
De vez em quando reparamos na luz a entrar, seja num sítio sombrio qualquer, e lá está ela a recordar-nos alguma coisa de bom; e depois juntamos à luz a cor, as cores, e os sons da natureza; e claro, lá vem alguém a lembrar a vida: igual à luz, igual ao som, igual à cor.